segunda-feira, 29 de agosto de 2011

mais um texto não enviado.

Não sei nem porque eu estou escrevendo... vai ser mais um texto que eu não vou ter coragem de te mandar, e vai ficar guardado na memória só, pois nem no computador eu deixo mais.
Tentei apagar tudo que me lembrasse você, fotos, histórico, mensagens, ligações, até o número da casa da sua avó que eu tinha anotado no celular, apaguei.
Se algum dia, nem que tenha sido por um milésimo de segundo, você quis me ter nas mãos... parabéns você tinha conseguido! Mas como eu te disse uma vez, "sempre que eu começo a gostar de você, você vai embora."
E mais uma vez foi assim! Você está indo embora, e eu não tenho como te segurar. Eu queria poder me ajoelhar aos seus pés, e te segurar com toda a minha força, só pra não te ver ir embora de novo... Mas isso seria justo? Não.
De que adianta te segurar, se a sua felicidade está bem longe do meu alcance?
Eu não te faço feliz, e acho que nunca fiz... Embora tenha me esforçado.
Quando eu estava perto de você, não me passava outra pessoa pela cabeça. Nunca passou.
Dói. Mas vai passar. O tempo cura, eu mais do que ninguém sei disso.
Mas quem disse que eu quero ser curada? O que eu sinto é mais forte que meu ódio e a minha mágoa. É tão forte, que não cabe em mim mais... E eu preciso me livrar disso o quanto antes. É ridículo estar dessa maneira sem ser correspondida, é ridículo ainda sentir isso. Sentir o coração acelerar igual eu sentia quando era pequena.
Aquele frio na barriga quando você passava perto de mim no colégio, ainda existe sabe.
Mas vai deixar de existir. Entreguei os pontos definitivamente! Não vou chorar mais por você.
Se cuida, e vá atrás da sua verdadeira felicidade. (E vá mesmo, antes que eu me arrependa de te aconselhar isso.)
Eu te amo. Desde pequena.

Nenhum comentário:

Postar um comentário